sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Hoje é dia 06 de julho de 2021, muita coisa aconteceu do ano passado até hoje. É até complicado falar sobre o último ano, não foi um dos melhores, para ninguém acredito. Eu sou grata por estar aqui hoje, por ter sobrevivido a uma doença que mata compulsivamente dia após dia, principalmente quando se trata do Brasil. Eu lembro como se fosse hoje, o dia que recebi o resultado positivo do meu teste, fiquei indignada, eu preservava o distanciamento social, não aglomerava, e muito menos saia da minha casa, e pra não dizer que eu não saia, eu ia fazer o meu trabalho como enfermeira. E em um belo dia uma visita indesejável aparece e coloca em risco a minha vida e a da minha família, para uma asmática a COVID-19 não é desejável.  Senti um aperto no peito e pensei, esse é o meu fim, minha mãe é hipertensa e cardiopata, a minha irmã ela tem paralisia e uma anemia que parece que não tem cura. Eu achei que aquele era o fim da minha família, foram dias dolorosos, difíceis, eu não podia ver ninguém da minha casa, me sentia só, passava todas as refeições, sozinha. eu adquiri uma crise de ansiedade bizarra, eu me sentia depressiva, e o medo era constante. Você vê o tempo todo as pessoas tendo piora repentina, e eu pensava vai acontecer comigo. Eu escrevi cartas para todos da minha família, sempre gostei de escrever, eu só imaginava que eles gostariam de ter algo meu caso nada desse certo pra mim. Pensei em demonstrar o meu amor por eles de uma forma que eles pudessem guardar consigo e deixei em um ponto estratégico, eu conheço a minha família e eles iriam vasculhar as minhas coisas e veriam a carta que eu fiz. 
Mas algo me serviu dessa doença, eu comecei a me conhecer melhor, eu comecei a olhar mais para mim. Eu aprendi a ter mais amor próprio, e a agradecer pela oportunidade que a vida estava me dando, ou melhor Deus, porque ele cuidou de mim o tempo todo. Isso aqui é só um desabafo sobre os dias dificeis que eu passei, para eu me lembrar que Deus me deu a oportunidade de estar escrevendo, de ter as pessoas que eu amo ao meu lado, ele me deu a oportunidade de fazer as coisas melhorarem e de jamais desistir ou pensar em desistir. Que eu preciso ter paciência para entender que tudo tem o seu devido tempo, e que eu tenho que seguir a minha vida.

sexta-feira, 25 de junho de 2021

 Olá, me chamo Lorena.

Sei que essa coisa toda de ter um blog já saiu de moda, mas eu confesso que é algo que eu sempre curti. Eu sempre fui uma pessoa meio nostalgica pra esse lado. O por que de eu estar criando um agora que o blog não esta mais no auge? bem eu não sei. Eu só quero compartilhar um pouco dos meus desvaneios aqui. Não sou a melhor escritora do mundo, nem tenho um vasto vocabulário. Prefiro encarar isso aqui como um diário de infinitudes. Então de ante mão peço perdão por todo e qualquer erro que você que caiu de paraquedas aqui ler. Mas deixa eu me apresentar corretamente.

Me chamo Lorena Santana, tenho 24 anos, nascida em Salvador/Bahia, Enfermeira, mãe de uma dog de 4 patas a Spencer (em homenagem a Spencer Hastings de PLL, tudo ideia da minha irmã), sou a caçula, antes de mim a minha mãe teve trigêmeos e infelizmente o meu irmão faleceu, mas de quebra ganhei duas preciosidades na minha vida. A minha mãe é a minha melhor amiga e sem ela eu não sei que rumo a minha vida tomaria. Namoro a 5 anos e 5 meses, e estamos noivos a 1 ano e 5 meses no pedido oficial (porque ele e eu temos sempre duas versões dos fatos a oficial que é a bonitinha para a família e a só nossa para guardamos de recordação). Amo todos os aspectos da arte, seja música, desenho, teatro e principalmente a melhor de todas a escrita. Ler transforma, me tira do eixo e me leva para um mundo só meu e se tratando de Leitura eu sou uma romântica incurável, mas tenho o meu gênero favorito que é Romance Policial sendo o melhor escritor de acordo com a escala montada pela minha cabeça Sidney Sheldon. Enfim esse é um resumão básico deste ser que vós escreve.


Hoje é dia 06 de julho de 2021, muita coisa aconteceu do ano passado até hoje. É até complicado falar sobre o último ano, não foi um dos mel...